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Por que o mercado brasileiro trocou a expansão acelerada pelo ROI comprovado

Com crescimento projetado de 5,3% para 2026, o foco das lideranças de tecnologia migra da simples adoção de ferramentas para prioridades como segurança, eficiência operacional e governança.

Após um salto histórico de 18,5% em 2025, que levou os investimentos do setor a US$67,8 bilhões, o estudo Mercado Brasileiro de Software 2026, da ABES/IDC, revela uma nova realidade: a projeção de crescimento para este ano é de 5,3%.

O número pode parecer modesto, mas indica que o mercado alcançou um novo estágio de maturidade. 

O período marcado pela corrida para acelerar a transformação digital deu lugar a decisões mais criteriosas. A tecnologia continua sendo prioridade, mas agora precisa justificar cada investimento com eficiência, previsibilidade e resultados mensuráveis.

O crescimento permanece, mas sustentado por governança.

Segurança assume protagonismo

Um dos dados mais relevantes do estudo está na mudança das prioridades das empresas brasileiras.

Pela primeira vez em muitos anos, Cibersegurança e Cloud Security aparecem como principais focos de investimento, citados por 46% dos executivos, superando inclusive a Inteligência Artificial Generativa, mencionada por 37%.

Como resultado, percebemos que a inovação precisa vir acompanhada de segurança e sustentabilidade, para que esteja realmente preparada para sustentar o crescimento empresarial. À medida que aplicações críticas migram para ambientes distribuídos e conectados, a proteção da infraestrutura torna-se um elemento que integra a própria estratégia de crescimento. 

Inteligência Artificial depende de base sólida

Outro dado importante do levantamento está relacionado ao mercado de hardware.

Mesmo com o avanço dos investimentos em software e serviços, o segmento de hardware registrou crescimento de 20,6% no último ano.

Em razão da expansão da Inteligência Artificial que exige infraestrutura preparada para workloads intensivos. GPUs, conectividade de alta capacidade e Data Centers modernos tornaram-se parte da estratégia das organizações que pretendem escalar projetos de IA de forma consistente.

Não basta adotar novos modelos de IA. É necessário garantir uma base capaz de sustentar a operação com estabilidade, disponibilidade e previsibilidade.

Por isso, a preferência pela nuvem continua crescendo. De acordo com o estudo, 69% dos executivos já veem esse modelo como base para operações futuras. A decisão sobre infraestrutura agora considera não apenas escalabilidade, mas também desempenho, soberania dos dados, previsibilidade e governança. 

Crescimento exige eficiência

O ambiente econômico também tem peso nessa postura mais criteriosa. A Reforma Tributária em andamento, os juros elevados e a conjuntura atual levam as empresas a avaliar com maior profundidade cada investimento em tecnologia. 

Isso não significa reduzir inovação, mas priorizar projetos que entreguem retorno consistente e sustentem o crescimento no longo prazo.

Nesse contexto, infraestrutura deixa de ser apenas decisão operacional e passa a impactar diretamente indicadores financeiros, disponibilidade de serviços e continuidade do negócio.

OPEN DATACENTER: infraestrutura pensada para sustentar operações em um ambiente mais seletivo 

Vivemos um momento em que as organizações procuram mais do que ferramentas. Elas querem parceiros confiáveis, capazes de garantir estabilidade e segurança em operações essenciais. É exatamente nesse papel que a OPEN atua, com soluções que vão da Cloud Platform ao Protection Suite, desenvolvidas para responder às exigências de um mercado cada vez mais criterioso. 

Cada decisão em tecnologia precisa mostrar retorno. A infraestrutura deixou de ser apenas operacional e passou a influenciar diretamente a competitividade. O setor de TI cresce no Brasil, mas com uma lógica mais criteriosa.

Empresas que acompanham essa evolução sabem que segurança, eficiência e previsibilidade são indispensáveis. Qual tem sido o caminho da sua empresa para alinhar esses fatores?